Dia das mães: histórias, confissões e aprendizados

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Elas têm poderes de super-heróis, por isso para comemorar o Dia das Mães convidamos cinco mulheres para dividirem suas multitarefas referentes à vida profissional e à maternidade

Faz tempo que as mães deixaram de cuidar exclusivamente da casa e da educação dos filhos.  Hoje elas se dividem em quantas forem necessárias para dar conta do recado. Fazem isso muito bem e até sobra tempo para cuidar delas ou papear sem pressa. Com vocês, o lado mãe das super-heroínas do mercado de festa infantil: as empresárias Verônica Martins (Happy Day Festas), Livia Pais (Lilly Xiq), Adriana Romualdo (Julubeca), Tatiana Alencar (Marmelada de Banana) e Carla Borges (Carlota Festas).

“Acho que a cada dia das mães eu celebro minha melhor função! Minha profissão de coração é ser mãe, é me dedicar a minha filha, ensinar, amar e participar de todos os momentos dela!” Verônica Martins

Elas falam que a sua profissão é ser mãe. Mas está mais para malabarista. Elas vivem se equilibrando ao tentar conciliar casa e trabalho. No meio desse turbilhão de compromissos (amorosos e profissionais), ainda encontram motivos para continuar a luta que é estar sempre na corda bamba, se redescobrindo e se reconstruindo… Por nós, filhos.

“Hoje tenho duas razões para nunca desistir: Mateus e Carolina. Eles são a minha total inspiração.” Livia Pais

“Os filhos têm o dom de nos transformar em pessoas melhores.” Verônica Martins

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As mudanças começam muito antes da gente nascer. No corpo, na alma, na mente e nas relações. Tudo vai tomando um novo rumo para elas. Aquele teste de farmácia que dá positivo, aquele dia que ouviu os batimentos cardíacos, a primeira saída para comprar a roupa do bebê que está a caminho. Elas guardam tudo. Seja numa caixinha de lembranças, na gaveta da cabeceira ou no coração. Elas não se esquecem nem um segundo da melhor metamorfose que aconteceu na vida delas.

“Me senti mãe assim que fiz o teste de farmácia. Ali mesmo percebi que tudo já tinha mudado.” Adriana Romualdo

“Sentir a responsabilidade de ter colocado algo tão pequeno e puro no mundo era o que mais me emocionava. Lembro-me de esquentar as minhas mãos para pegá-la, de ter o maior cuidado com ela. Descobrir o que é ser mãe me transformou muito.” Tatiana Alencar

“No primeiro ultrassom, quando escutei o coraçãozinho bater, me senti mais mulher. Parece que finalmente tinha conseguido o meu melhor papel: ser mãe.” Carla Borges

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Desde então, nunca mais perderam um momento sequer. Estavam presentes no primeiro dentinho, deram o primeiro banho, organizaram a primeira festa, fizeram a primeira papinha… Tudo aos trancos e barrancos, no corre-corre da rotina entre a vida profissional e a nova vida pessoal, abandonando outros projetos para se dedicarem exclusivamente aos maiores da sua vida.

“Eu estava totalmente entregue porque dali para frente éramos nós dois. O ser humano que ele seria dependeria muito de mim. E eu estava pronta para educá-lo.” Carla Borges

“Quando eu escutei pela primeira vez o chorinho dela senti que o meu coração já não estava mais dentro de mim. Mas agora ele estava sempre nos meus braços.” Verônica Martins

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As preocupações foram se esvaindo e retornando a cada nova fase. As cólicas sumiram, mas as crianças não estão se acostumando a ficar na creche. As dores no peito acabaram, mas vivem chegando ralados em casa. Já se acostumaram a serem filhos únicos, mas as mães acabam de engravidar pela segunda vez. É um ir e vir, uma montanha russa de emoções, é à flor da pele. Mas elas aguentam. Elas se reinventam, voltam a encher os carrinhos com livros de educação infantil, ligam de cinco em cinco minutos para checar só mais uma questão com a vovó… E fazem acontecer!

“Os primeiros dias depois do parto são difíceis porque a criança já nasceu, mas a mãe nasce nesses dias. Precisa aprender muita coisa, escutar muitos palpites, afinal tudo aquilo é novo para você! Mas, no fim, é o filho que vai ensinar você a ser mãe.” Verônica Martins

“Quando nasce um bebê uma mãe nasce junto.” Livia Pais

“O encontro da minha primeira filha com a irmã foi o mais emocionante até hoje. Ali eu vi a minha família completa. Não existe nada mais gratificante do que ver a felicidade, o amor e o respeito entre elas.” Tatiana Alencar

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Elas repõem o fôlego e vão à luta. Depois de trocar fraldas, preparar lanchinho, ajudar no dever de casa e deixar na escola, ainda enfrentam uma longa jornada de trabalho. São 24h a todo vapor! E é com o nascimento dos seus herdeiros que o “eureca” grita dentro delas. Uma nova visão daquilo que consideravam trivial, um talento que percebem graças à maternidade e se torna a sua maneira de dar o melhor para as crianças.

“Meus filhos me deram de presente a minha empresa, a ideia de fazer algo que me deixaria realizada e feliz.” Adriana Romualdo

“Foi meu filho que me deu garra para ir adiante. Por ele eu quis começar novamente, numa área que eu desconhecia, fazendo tudo novo.” Carla Borges

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“No fim de cada trabalho, a minha recompensa é voltar para casa; é ter neles um sorriso só para mim; é poder dar um beijo mesmo que estejam dormindo.” Adriana Romualdo

FELIZ DIA DAS MÃES!


CRÉDITOS

1. Alle Gomes | 2. Arquivo pessoal | 3. Carol Moura e Rogério Porto | 4. Arquivo pessoal | 5. Suzane Sabbag Fotografia

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Apaixonada por crianças e por jornalismo, segue se inspirando no universo lúdico infantil e fazendo de tudo pelos sobrinhos enquanto os seus 30 e poucos não chegam com a vinda da cegonha.

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